segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Don't Forget Me - One Shoot




– Vamos, Ash! - O garoto dizia saindo do pequeno casébre o qual haviam passado a noite. A primeira noite.
Justin sorria abertamente, perfeitamente, demonstrando o quão feliz estava por finalmente ter feito da amada, sua garota. Ele andou até a moto, pegando o capacete preto e vestindo-o.
Logo, a garota saiu da casa com a mesma roupa do dia anterior. Seus cabelos estavam um pouco bagunçados, embaraçados, mas o sorriso estampado em seu rosto tirava a atenção de qualquer defeito presente nela. O garoto sorriu por debaixo do capacete ao ver o sorriso de Ash, comprimindo as próprias bochechas contra a parede interior macia do capacete. Era algo involuntário. O sorriso de sua amada era como sua melhor recompensa, seu maior tesouro. Assim como, para ela, era o sorriso dele.
A garota caminhou até a moto preta, logo pegando o capacete, colocando-o e percebendo que a fivela que segurava a proteção estava arrebentada.
– Justin, está rasgada... - Ashley disse mostrando a fivela a Justin, esperando que ele dissesse o que faria.
– Tudo bem, deixe aí... Depois compramos outro. - O garoto disse sorrindo olhando fundo nas orbes azul escuro da garota, que o olhava do mesmo modo, encarando seus doces olhos castanho-dourados.
A garota subiu na moto abraçando o abdome levemente definido e depositando o queixo em seu ombro, vendo o amado dar a partida e deixar o local.
O caminho era de descida, a moto estava rápida. Rápida até demais. A cada momento, a velocidade em que Justin pilotava aumentava cada vez mais. A garota checava o painel da moto. 120. 140. 160.
– Justin, diminua por favor. Eu tô com medo. - A garota dizia assustada. A essa altura, a velocidade da motocicleta já ultrapassava os 200 km/h.
– Relaxa. Não vai acontecer nada. - Ele disse confiante. - Amor, você pode tirar meu capacete? Eu to com calor e queria sentir o vento. Se quiser colocar, pra se sentir mais segura, tudo bem...
– Não tem problema, Jus? - A garota perguntou hesitante.
– Não... Eu te garanto. Vai ficar tudo bem.Assim, a garota obedecendo, retirou com cuidado o capacete da cabeça do garoto e colocou em si própria, sem antes depositar um pequeno beijo na curva do pescoço do garoto, que arrepiou com o contato, fazendo um sorriso brotar nos lábios da garota.
– Pequena...
– Sim...
– Eu te amo.
– Eu também te amo, meu amor. - A garota disse sorrindo. Esse era o efeito que Bieber provocava nela. Sorrisos bobos. Batimentos acelerados. Borboletas. Pensamentos distantes.
O garoto sorriu com as palavras ditas, se pronunciando novamente.
– Não se esqueça de mim, shorty...

#=#
" Dois jovens foram encontrados hoje, na estrada 101,
próximo à Los Angeles. Segundo a perícia, os jovens voltavam
de um passeio quando os freios da moto em que estavam começaram a falhar. O garoto estava sem capacete, mas
tinha marcas na cabeça que demontravam o uso deste. Provavelmente, percebendo o problema da moto, o garoto
teria cedido à namorada o capacete, já que em um raio
de 100m do acidente não foi encontrado outro capacete.
O garoto sofreu um traumatismo craniano, alem de fraturas
na coluna e na base do pescoço, morrendo na hora. A
garota sofreu fraturas, mas passa bem. "

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Notas da autora:

E então. Está bom? Tadinho do Jus. Já é a segunda vez que morre nas minhas mão, ou melhor, nos meus digitos...
Antes que achem que estou plagiando: Um texto realmente parecido com esse existe sim. Em quase todas as redes sociais, vocês já devem ter lido com certeza. Mas a intenção não foi plagiar, foi me inspirar no texto para fazer aqui. Ok? Então, não me chamem de plagiadora... Seria plagio se eu pegasse tudo igualzinho e ainda falasse que é da minha fértil imaginação... 
Comentem, please... Não cai a mão, não tem efeitos colaterais e ainda faz um autor feliz! :D 
Obrigada por ler,
Katrina.

Home This Christmas - One Shoot


" Baby, think of me, if it helps to get you home "
– Home This Christmas
Melany olhava pela janela de novo.
Mais um Natal, mais um ano e ele não estava. Deveria ser mais fácil depois de 6 anos, não? Já deveria estar acostumada a um Natal acompanhada somente de Noah, seu filho de 7 anos. O menino, por ser muito novo quando o pai partiu, não via muito problema: já estava totalmente adaptado ao natal só. Eles não possuíam família para acompanhar, já que haviam se mudado da pacata Stratford para a agitada New York.
Todo Natal, às 11h da noite, Justin se conectava à internet dentro do quartel para falar com a familia e desejar um Feliz Natal, por mais que soubesse que Melany não estava feliz, do mesmo modo que ele não estava.
Justin estava no Iraque, guerreando por nada. Ele não entendia os motivos que faziam o governo levar todos os soldados para o local... Era simplesmente incompreensível. Mas quando Justin ligava a WebCam e via o sorriso sincero nos lábios de Noah e o brilho nos olhos de Mell, ele simplesmente esquecia dos problemas. Esse era o efeito que Mellany causava nele, desde a adolescência. Mas essa noite ele não ligaria a WebCam. Ele não conectaria a internet.
– Mamãe, o papai não vai ligar não? - Noah disse confuso. Todo ano era assim. Porque mudaria hoje?
– Daqui a pouco ele liga...
– Mas mamãe, já sao 11:40 e ele... - o garoto dizia quando foi interrompido pela campainha. Mellany foi acompanhada de seu filho até a porta, abrindo-a e encontrando-o, ali, na sua frente, segurando sua mala nos ombros.
– Justin? - ela disse sentindo uma lagrima descendo as bochechas.
– eu voltei. Pro resto da vida é só nos dois... - ele disse abraçando-a.
– PAI! - o garoto protestou arrancando um sorriso do pai.- desculpe, nos três.


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Nota da autora

Sorry... Esse capítulo ficou extremamente pequeno! Eu sei, mas por favor não deixem de comentar e divulguem por favor! 

Thanks

Only Thing I Ever Get For Christmas - One Shoot


Daqui a 6 dias seria o ano novo. Hoje era o dia marcado como a morte daquele que me fazia feliz, que eu considero o meu único amor.
FLASHBACK ON
– Justin! Eu não acredito que fez isso! - eu dizia a Justin que sorria e olhava na minha direção, observando meu espanto ao perceber que ele alugara o Madison Square Garden para um jantar só entre nos dois, sem paparazzi, ou qualquer outra coisa que pudesse nos atrapalhar.
– Você merece muito mais do que isso... - ele disse em um fio de voz se aproximando de mim e encarando meus lábios.
– Não sei se vou poder retribuir do mesmo modo... - eu disse olhando seus olhos e estragando o clima e o silencio que havia se instaurado entre nós.
– A minha melhor recompensa são três palavras vindas de sua boca... - ele disse ainda se aproximando.
– E quais são? - eu perguntei com minha voz falhando devido a proximidade de seus lábios dos meus. Ele sempre teve esse efeito sobre mim.
– Eu....- ele colocou a mão em minha bochecha fazendo um carinho naquela área - ... Te... - ele se aproximou mais ainda de meu rosto. Sua respiração estava falha e seus olhos hesitavam entre meus olhos e minha boca.
– Eu te amo... - Eu disse rápida antes que ele pudesse pronunciar a última palavra. Ele sorriu fraco e logo juntou nosso lábios em um beijo caloroso.
FLASHBACK OFF
Levantei do sofá desliguei a televisão que estava sendo completamente ignorada e subi para meu quarto. Liguei meu computador e novamente as lembranças voltaram a me perseguir. O notebook era presente de aniversário do Justin. Ele me deu quando eu completei 21 anos. Na época ele tinha 22, 1 ano antes dele me abandonar. No twitter, muitas beliebers ainda me culpavam da morte dele, mesmo não sendo culpa minha.
FLASHBACK ON
– Justin, já são 11:30! Eu preciso voltar para casa!- eu disse me levantando da mesa posicionada exata e milimetricamente no meio do MSG.
– Eu te levo. - ele disse se levantando e segurando minha mão. Sorri involuntariamente com o ato. - Não vou te deixar ir sozinha para casa a esta hora... é muito arriscado. - ele deu um sorriso de canto, me abraçando pela cintura e me guiando até a porta. Colocou um capuz e saímos em direção à sua Range Rover.
– E aí, noviinha? - Um rapaz veio em nossa direção. Ele tinha um sorriso malicioso e andava como se fosse o rei do mundo.
– Ignora e entra no carro...- Justin sussurrou em meu ouvido e eu obedeci.
– Eu tô falando com você... - ele voltou a insistir se aproximando mais de mim que estava quase chegando na porta do passageiro. De repente sinto mãos na minha cintura descendo até minhas coxas.
– Me solta! - Gritei saindo de perto dele.
– Solta ela! - Justin veio me abraçando e me tirando de perto dele. - entra no carro - ele sussurrou. Eu obedeci e entrei . Os sons estavam abafados. Eles pareciam estar discutindo, mas Justin estava nervoso, ao contrário do cara que parecia estar conversando naturalmente. O capuz do Justin caiu, revelando quem ele realmente era. A feição do rapaz mudou automático e completamente. Ele levantou a barra da blusa e pegou uma arma.
– Justin! - Eu disse saindo do carro, sem pensar, e indo em direção a ele.
– Calma... Não faça isso! - Justin tentava acalmá-lo para que não houvessem mais problemas.
– Muito tempo esperando para te encontrar... Juntando pessoas online para te matar... Não vai ser agora que vou desperdiçar... - Dizia o rapaz que óbviamente tinha problemas mentais sérios.
Depois disso foi tudo muito rápido... Barulhos aconteceram... Eram extremamente altos. O rapaz saiu correndo para o escuro e o Justin estava paralisado em pé ao meu lado. Eu olhei para ele, pensando que nada havia acontecido. O abraçei e ele resmungou com dor. O soltei apreensiva e olhei seu tórax. 3 manchas escarlate cobriam a blusa branca. Ele caiu de joelhos no chão e logo depois deitou. Passava a mão no abdomen aparentemente, não acreditando no que havia acontecido. Eu, apavorada, me ajoelhei ao seu lado e , trêmula liguei para o hospital, ambulancia, tudo que fosse possível... Cheguei a citar o nome "Justin Bieber" co a esperança de que o atendimento fosse mais rápido.
– Allie...- ele disse em um fio de voz.
– Não, Justin... Não faz força..- eu dizia apavorada com a situação - Daqui a pouco eles vão chegar e eles vão te salvar... Não faz força...
– Eu... E-eu não... vou.. sobre.. v-viver... - Ele dizia sem fôlego.
– Vai sim, Justin... Você vai viver... Nós vamos nos casar, ter nossos filhos e você vai provar ao mundo que é filho de Chuck Norris - Eu disse sorrindo um pouco com o planejamento que havíamos feito juntos no nosso piquenique semana passada. Ele sorriu fraco.
– Não, Allie... Eu.. E-eu só quero... que você viva s-sua vida... Esqueça que.. eu eu estive n-nela - Ele puxava mais ar a cada frase, ou semi frase, demonstrando o quão grave era seu estado - E seja... Feliz.... Eu v-vou te esperar do... outro lado....
– NÃO JUSTIN! VOCÊ VAI SOBREVIVER! AGORA CALA ESSA BOCA E ESPERA A AMBULANCIA! VOCÊ VAI SOBREVIVER! - eu gritava com a esperança de convencer mais a mim do que a ele de que ele iria viver e que no futuro olharíamos para trás e riríamos desse fato.
– Me promete... que vai ser feliz?... - Ele dizia com dificuldade.
– P-para, Justin! - Eu gaguejava com as lágrimas desabando de meus olhos.
– só... prometa.. - Ele sussurrou.
– P-prometo... - eu disse. Já podia ouvir as sirenes se aproximando. - Justin, eles estão chegando... - ele quase fechava os olhos.- Justin, abre os olhos.... fica comigo... Não dorme ....Olha pra mim!
– Eu te amo...Showty...
– Eu também te amo... - e os olhos dele se fecharam eternamente, ali, na minha frente, com sua cabeça em meu colo e sua mão entrelaçada fortemente na minha mão. Logo, sua mão foi perdendo a força até ficar totalmente fraca, sem vida.
FLASHBACK OFF
As lembranças, cada vez mais fortes, misturadas com a saudade, faziam com que lágrimas descessem de meus olhos aos montes, e soluços saíssem involuntários de minha garganta. Desci até a cozinha para beber um copo de água, para tentar me acalmar. Olhei para meus pulsos, onde haviam marcas da última vez que a saudade havia sido maior do que a vontade de continuar vivendo. As cicatrizes ainda estavam feias. Grandes. Me lembravam ele. Ele que me dizia que se um dia eu pensasse em fazer aquilo, não era necessário, porque ele estaria ali, do meu lado. Ele, que me alegrava em momentos como esse. Ele, que era tudo pra mim.
Logo, lágrimas começaram a cair novamente de meus olhos. Aquela casa era depressiva em todo natal. Deixei meu copo encima da bancada da cozinha. Fui até a porta e peguei meu casaco pendurado, o vesti e saí em direção ao nada. Fui atravessar a rua. Aquela rua pacata... Já não olhava mais se vinha algum carro, por que nunca vinha. Já estava no meio da rua, praticamente, quando ouvi uma buzina, minha perna estremeceu. O mundo parecia rodar e escurecer a cada volta. Eu estava no ar. Não poderia estar em outro lugar. Fechei os olhos e me preparei para o impacto com o chão.
....
Nada aconteceu. Abri os olhos e me vi na mesma rua, mas estava vazia. Não havia carros. Não havia pessoas... Não... Havia uma pessoa. Uma silhueta, que eu não conseguia identificar. Ela vinha em minha direção.
– Quem é você? - gritei para que o ser pudesse me ouvir.
– Allie? - A penunbra começou a correr. Logo, seu rosto ficou nítido.
Justin.
– Shawty... Que saudade! - Ele disse me abraçando fortemente. Como senti falta desse abraço. Do seu cheiro que ainda tinha o poder de me hipnotizar.
– Eu também, Justin... Você não sabe o quanto eu sofri... - Eu disse olhando para meus pulsos que não carregavam mais as cicatrizes de meus cortes.
– Sim, eu sei. Eu estava o tempo todo ao seu lado, te protegendo. Você só está aqui, hoje, por minha causa. Eu não aguentava mais ficar sem poder te tocar... As regras aqui são muito rígidas... Eu te queria pra mim novamente, e rápido... Fui egoísta, mas não tem mais volta. - Ele dizia coçando a nuca, em um ato de culpa.
– Justin, eu não ligo... É você que eu quero... E se posso dizer, você é o único presente de natal que eu quero. - E nossos lábios finalmente se juntaram novamente.


All I Want Is You - One Shoot



– Megan! – Ouvi alguém dizer. Olhei para trás e e lá estava ele. Tinha finalmente voltado de sua turnê. Ele sorria. Seus olhos brilhavam.
– Justin!! – Disse deixando de lado minhas amigas e correndo em direção ao J. Pulei em seu colo, o abraçando firmemente.
–Senti tanto sua falta! – Ele sussurrou na base de meu ouvido, fazendo com que um arrepio corresse por meu corpo.
Eu e Justin éramos namorados antes de sua fama, e tivemos que terminar quando essa o alcançou. Eu nunca havia o esquecido. Sempre fui apaixonada por ele, e acho que sempre serei... A minha vontade agora era de ter aqueles lábios rosados, os quais era apaixonada, e não via a uns 9 meses. Mas agora, éramos somente amigos... Mais nada... Desci de seu colo, ainda o abraçando.
– Vamos para minha casa? – Ele disse se separando do abraço – Minha mãe está morrendo de saudades suas!
– Claro... - Eu disse e ele segurou em minha mão começando a andar. – Você ainda não me disse por que está aqui... Vai ter algum show? – Eu disse puxando assunto.
– Na verdade, não. Eu estou aqui por causa do natal... – Ele disse. Parabéns Megan! Esqueceu do Natal! É impressionante como eu fico retardada quando estou perto dele... – E tem... Não, esquece! – Ele disse coçando a nuca com a mão que não estava segurando a minha, a qual ele não soltava por nada!
– Esquece o que? Agora que você disse, eu não vou poder esquecer! – Eu disse ficando em sua frente, olhando em seus olhos castanho-dourados.
– Não é nada... – Ele disse colocando uma mecha de cabelo atrás de minha orelha, carinhosamente. Ele fitava meus lábios e olhos, me deixando de certa forma, sem graça. – Você vai achar besteira...
– Justin, me conta! Nós somos... Amigos – Eu disse sentindo um aperto no peito ao pensar que só éramos amigos. Percebi que ele também não gostou, pois soltou meu cabelo e olhou para seus pés.
– É... Somos... Amigos. – Ele disse ainda fitando os pés
–Vai me contar ou não? – Eu disse me aproximando de seu peito e levantando seu rosto para olhar em seus olhos.
– Vamos fazer o seguinte: Vamos lá em casa, e lá eu te mostro uma música que fiz e depois eu te conto... Que tal? – Ele propôs olhando fundo em meus olhos.
– Pode ser... – Eu disse sorrindo.
Fomos andando de mãos dadas, conversando sobre os lugares que ele havia ido durante a turnê. Ele me mostrava fotos durante o caminho pelo IPhone. Os lugares eram simplesmente incríveis... O Brasil, então!? Preciso ir lá! ( N/A: A h! Precisava fazer propaganda do país, fala sério! ;] )
Chegamos à casa de Justin, ou melhor, à casa de seus avós, mas isso particularmente, não faz muita diferença. Assim que entrei na casa, Diane veio me cumprimentar. Ela era ótima, eu a adorava. Logo depois, Bruce que estava vendo um jogo de Hóquei na televisão, se levantou do sofá e veio me dar um abraço. Por último, Pattie veio sorrindo e me deu um abraço. Eu sentia falta de seu abraço, ela era como uma segunda mãe pra mim, já que eu e Justin éramos amigos grudados desde pequenos.
– Estava com saudades, Megan! – Ela disse sorrindo.
– Eu também... – Eu disse também sorrindo.
– Bom,- Justin disse me tirando do momento familiar- deixa eu te mostrar aquela música, Meg. – Ele pegou minha mão e começou a me puxar para o seu quarto. O segundo à esquerda. Não tinha mudado nada. Somente o tamanho parecia ter diminuído. Sentamos em sua cama, em que tinha dormido tantas vezes com seus braços me envolvendo. Sorri com as lembranças que invadiam minha mente. Ele pegou um violão, arriscou algumas notas, o afinando. Logo começou a cantar.
Sitting here, all alone
Watching the snow fall
Looking back at the days
We threw them snow balls
I can't believe
I'm putting the tree up by myself
I need you
And nobody else

Ele cantava olhando fundo em meus olhos. Sua emoção transpassava seu olhar e invadia minha alma
And I'm sorry
If I pushed you away
Cuz I need to here
And I want for you to know

And I don't care, if I don't get anything
All I need is you here right now
And I'm sorry if I hurt you
But I know that All I Want Is You
This christmas, this christmas, this christmas
All I Want Is You
This christmas, this christmas, this christmas
All I Want Is You this christmas

And I never wanna do this alone
Baby I just need you to be here
Here through the holidays (yeah)
I just wanna if you feel the same way
Because I'm lonely baby
Want you to hold me baby

And I'm sorry
If I pushed you away
I just want you to know I miss you
And I want you to stay

And I don't care, if I don't get anything
All I need is you here right now
And I'm sorry if I hurt you
But I know that All I Want Is You
This christmas, this christmas, this christmas
All I Want Is You
This christmas, this christmas, this christmas
All I Want Is You this christmas

Wrapping gets without you babe
It's like mid december and there's no cold
I can't do this on my own
I've changed my ways
Keep running back and forth again
I'm here to stay

And I don't care, if I don't get anything
All I need is you here right now
And I'm sorry if I hurt you
But I know that All I Want Is You
This christmas, this christmas, this christmas
All I Want Is You
This christmas, this christmas, this christmas
All I Want Is You this christmas

Ele terminou a música me olhando nos olhos.
– É linda, Jus... Simplesmente, linda! Como consegue escrever letras tão lindas? – Eu disse sorrindo e alternando meu olhar entre seus olhos e as cordas do violão.
– Eu penso em você... E a música simplesmente vem à minha cabeça...- Ele disse sincero e eu só consegui sorrir como resposta. – Lembra a coisa que eu ia te falar e que eu desisti, mas era nossa condição pra você vir aqui? – Eu acenti com a cabeça, o olhando no fundo de seus olhos. – É que... Cara, é difícil dizer... É... Escuta, Megan... Eu não consegui te esquecer desde que terminamos... Você é minha única shorty, minha garota favorita, a minha vida.... Eu simplesmente, te amo. – Dito isso ele se aproximou rapidamente selando nossos lábios. Logo pediu passagem para um beijo mais intenso... Mas, mesmo assim era um beijo romântico. Era um beijo cheio de saudade, desejo, carinho, amor, paixão... Tudo misturado. Seus lábios continuavam macios, desde a última vez que havia encostado meus lábios neles. Pela falta de ar, separamos nossos lábios, encostando nossas testas e olhando fundo nos olhos um do outro.
– Tudo que eu quero é você – Ele repetiu o nome da música e me beijou.

Christmas Love - One Shoot


– Não!!! - Eu gritei quando os braços de Justin me levaram até o chão, fazendo meu corpo se chocar contra a neve branca e fofa.
– Oops! - Ele disse quando caí no chão ao seu lado.
– Chato... É isso que você é! Um chato... - Eu disse me levantando e começando a tirar o pouco de neve que havia ficado em minha roupa
– Eu sou O chato que você ama! - Ele se exibiu, levantando e me abraçando pela cintura por trás, colocando seu queixo no meu ombro.
– Não... Você é o chato que eu tenho que aguentar e chamar de Melhor amigo! - Eu disse me soltando de seus braços e olhando em seus olhos que perderam um pouco do brilho ao passar da frase.
– Mas, eu sei que você me ama! - Ele disse voltando a me abraçar e me olhando nos olhos como se estivesse esperando uma resposta muito importante. Nós éramos amigos desde pequenos, quando ele me "protegia" do bullying que sofria. Ele sempre estava lá, do meu lado, me colocando pra cima... Eu era aquela típica garota nerd, gordinha, que usa óculos, com sardas e aparelho. E ele era o garoto amigo de popular que me ajudava. Desde então, somos inseparáveis.
– Justin! Mellanie! Venham! O almoço está pronto! - Tia Pattie nos chamou.
– Vamos, Justin... Eu disse me soltando de seus braços, segurando sua mão e o puxando para dentro. Logo suas mãos soltaram as minhas, deixando em mim, uma sensação ruim, logo substituída por um arrepio quando ele envolveu minha cintura. Sorri discretamente, sem motivo aparente... O choque que se expalhou por meu corpo quando suas mãos cobertas pela luva me causou esse sorriso temporário. Entramos em casa, tiramos as luvas, fomos lavar as mãos, o que virou um banho por que ele começou a jogar àgua em mim e eu tive que revidar. Depois fomos para a mesa de jantar. Tia Pattie tinha feito nosso prato preferido, espaguette com molho à bolonhesa. Nos sentamos na mesa, praticamente devorando a macarronada com os olhos, enquanto Tia Pattie trazia o refrigerante e os copos.
– Você vai vir hoje, Mel? - Tia Pattie perguntou se sentando na mesa - O Justin e eu fazemos questão! O Justin vem falando disso a semana todinha - Ela disse. Eu olhei para ele que lançou um olhar mortal para a mãe, logo abaixando a cabeça envergonhado. Hoje, é dia 24, natal, e Justin havia me convidado para passar o Natal em sua casa.
– Claro, eu vou vim com certeza... - Eu disse sorrindo olhando para Justin que sorria do mesmo modo que eu. Seus olhos estavam com um brilho diferente... Mas charmosos, talvez? Convidativos?
– Mellanie... - Tia Pattie disse me despertando de meus devaneios
– Sim... - Eu disse me virando para ela.
– Você ouviu alguma coisa que eu disse? - Ela perguntou com uma cara estranha como se estivesse disconfiada de algo.
– Não, me desculpa... - Eu disse sorrindo culpada.
– Não tem problema... - Ela disse sorrindo - A comida está boa?
– Está ótima! Você é uma ótima cozinheira! - Eu disse sorrindo.
~~~~~~~~
– Filha, o Justin tá na porta! - Minha mãe gritou. Eu sorri ao ouvir seu nome. Já fazia umas duas semanas que eu estava diferente em relação ao J. Tudo relacionado a ele me fazia sorrir, eu tinha necessidade de ficar perto dele, e quando estávamos sozinhos parecia que só existia nós dois no mundo. Seus olhos estavam me hipnotizando, sua boca me chamava, seu abraço me tranquilizava e seu perfume me deixava em transe. Desci até o último degrau da escada com uma dificuldade pelo tamanho do meu salto e olhei para a porta. Lá estava ele, sorrindo. Seus olhos brilhavam. Sorri automaticamente ao olhar seu sorriso. Minhas pernas bambearam, mas me apoiei discretamente no corrimão da escada. Ele veio andando em minha direção, ergueu a mão. Eu segurei em sua mão sentindo um choque percorrer meu corpo. Sorri e desci o último degrau.
– Você está linda... - Ele disse sorrindo - Ou melhor, - Ele trocou o sorriso por uma cara pensativa - Você é linda - Disse sorrindo - Hoje só está mais linda ainda...
– Obrigada ... - Eu respondi sem graça abaixando minha cabeça. Ele segurou meu queixo com a ponta dos dedos, levantando meu rosto. Foi se aproximando nossos rostos. Eu fitava seus lábios, intercalando comseus olhos. Nossas respirações já se confundiam.
– Filha... - Minha mãe apareceu na sala, fazendo eu e Justin nos separarmos repentinamente. - Aw... Desculpa se eu atrapalhei alguma coisa... - Ela disse arrependida
– Não atrapalhou não, Sra. Brooks - O Justin disse coçando a nuca. - Vamos, Mel? - Ele perguntou se virando pra mim.
– Vamos.
O caminho foi silencioso. Nenhum de nós dois queria comentar sobre o ocorrido. Chegamos em sua casa, ele abriu a porta pra mim e fomos em direção a sua casa. A festa foi de certa forma, estranha. Nós nos olhavamos tímidos, sempre desviando quando os olhares se encontravam. Isso até a hora dos presentes.
– Vai lá Justin! - Todos gritavam na sua vez de entegar os presentes.
– Ok!! - Ele disse derrotado se levantando e indo até embaixo da àrvore. Entregou todos os presentes e por fim veio até mim com um embrulho pequeno. Estendeu a mão vazia, me convidando. Eu me levantei e segurei sua mão. Ele me guiou até o meio da sala.
– Bom, galera, essa é a Melanie. Muitos já devem a conhecer como minha melhor amiga, minha garota favorita, aquela que conto tudo sobre mim e que sei tudo sobre ela. Mas eu queria adicionar algumas caracteríaticas à descrição dela. Bom, vamos começar.- Ele disse começando a abrir o próprio embrulho- Eu queria adicinar que ela é a garota com o sorriso mais belo do mundo todo... Ela é a garota na qual me perco em seus olhos... Ela é a garota que me conquistou neste natal... E se tudo depender de mim, ela é meu amor de Natal... Melanie, quer namorar comigo? - Ele disse abrindo a caixinha onde se encontrava um lindo anel dourado com detalhes roxos. Olhou nos meus olhos. Seus olhos brilhavam mais que nunca. Eu não sabia o que falar... Me lembrei de uma frase: Um gesto vale mais que mil palavras Tudo bem, que a frase não é exatamente essa, mas imaginemos, ok? Simplesmente me joguei em seus braços juntando nossos lábios... Tudo o que eu mais queria era ele como meu Christmas Love ... 


All I Want For Christmas Is You - One Shoot




Mais um natal chegara e, novamente, aqui estava eu, deitada em minha cama, olhando para o teto e me lembrando daquele lindo natal que passamos juntos.
FLASHBACK ON
– Feliz natal, Shawty! - Ele disse me abraçando com o maior sorriso existente, assim que o relógio marcou meia noite.
– Feliz natal, Justin! - Eu disse tambémm sorrindo, enquanto os braços dele me rodeavam.
– Vamos abrir os presentes! - Pattie disse animada saindo da cozinha. Esse era o segundo natal que eu passava em sua casa, em 3 anos de namoro. Havíamos combinado que cada ano passaríamos o natal na casa de um, e no natal seguinte, passaríamos na casa do outro.
–Toma, Shawty. Esse é seu! - Ele disse me entregando um embrulho vermelho com detalhes em verde com um grande laço em cima. Eu comecei a rasgar ferozmente o embrulho. Ele me olhou com uma expressão assutada.
–Nunca tive paciência com esses embrulhos e você sabe disso! - Eu disse olhando para sua cara que logo voltou a ter a expressão serena. Era uma caixa preta de veludo. A abri e me deparei com dois lindos colares com pingente de coração. Nos pingentes estavam escritos: "Love you forever. JB."
Olhei para o Justin, que me fitava apreensivo e sorri, recebendo um sorriso aliviado dele.
– Justin! Eu amei! - Eu disse o abraçando.
– Que bom que gostou. A mensagem é verdadeira, shawty. Eu te amo, pra sempre! Esse colar significa que somos um do outro. - Ele disse se posicionando atrás de mim, colocando um colar em mim, e outro em seu pescoço. - Enquanto estivermos com eles, somos um do outro.
– Eu nunca vou tirá-lo - Disse dando enfase no "Nunca" e selando nossos lábios, dando inicio a um beijo apaixonado e carinhoso.
FLASHBACK OFF
Depois daquele dia muitas coisas aconteceram em nossas vidas. Ele ficou famoso, se mudou para Atlanta, realizou seus sonhos, perdemos o contato e provavelmente, ele já se esqueceu de mim. Milhares de boatos envolvendo ele e outras garotas já se espalharam. Eu nunca havia tirado o colar pra nada. Mesmo sabendo que ele já pode ter se esquecido, eu ainda o amo... Já se passaram 2 anos desde aquele natal. Hoje eu festejaria na casa dele se nada tivesse acontecido.
–Filha, desce! As vizitas estão chegando! - Minha mãe gritava da sala. Me levantei da cama, olhei-me uma última vez no espelho, percebendo a existencia de lágrimas desobedientes que desciam de meus olhos. Limpei-as e desci para a sala. Comprimentei a todos, dando meu mais esforçado sorriso e me sentei no sofá aonde fiquei até o relógio soar meia noite. Fui para a mesa de jantar, festejei desanimadamente durante pouco tempo e logo voltei ao meu lugar no sofá. Logo vieram pessoas me entregar presentes, e eu sorria fracamente, me lembrando a cada pessoa do sorriso de Justin ao me entregar o colar naquela embalagem vermelha e verde. Segurava minhas lágrimas que imploravam para sair e cair no pano do sofá. Abria os presentes pacientemente, tentando conter as lágrimas, que, desobedientes, insistiam em descer de meus olhos. Os presentes eram bons, não posso mentir, bonitos... Mas tudo o que eu queria era ver o Justin na porta de minha casa, só queria ele pra mim mais uma vez, só queria que ele ainda se lembrasse de mim. Após abrir os presentes, as pessoas se distanciaram, foram fazer algo mais prestativo do que ver uma garota depressiva olhado para baixo tentando esconder as lágrimas que não consiguia deter. A campainha soou, enquanto eu tentava limpar as lágrimas.
– Filha atenda para mim, por favor... - Minha mãe disse passando pela escada mostrando a casa às visitas após a reforma.
Me levantei sem pressa do sofá, arrumei o vestido, limpei o rastro das lágrimas em minhas bochechas e fui em direção a porta. A abri e me deparei com um garoto um pouco mais alto que eu, com uma touca preta, jaquetas por cima de jaquetas. Ele estava de costas para a porta, me impedindo de reconhece-lo. Parecia ter ficado um bom tempo sob a neve pois suas roupas estavam cobertas de neve e ele ficava esfregando as mãos frenéticamente nos braços.
– Oi... - Eu disse o fazendo virar para a porta. Eu reconheceria aqueles olhos castanhos-amendoados em qualquer situação. - Justin?!
– Shawty... - Ele disse me abraçando fortemente, apoiando o queixo em meu ombro. Eu retribuí o abraço, e lágrimas voltaram a descer em meu rosto. - Eu senti tanta a sua falta! - Aquelas palavras, vindas de sua voz rouca, um pouco embargada me fizeram o abraçar mais forte. Elas eram tudo o que eu precisava ouvir.
– Justin... Tiveram tantos rumores de você comoutras garotas... - Eu disse me separando dele e olhando nos seus olhos que derramavam algumas tímidas lágrimas.
– Eu não tive ninguém. Rumores são rumores. Você é única pra mim. Eu sou seu - Ele disse tirando o colar de dentro das jaquetas e olhando para meu pescoço - E você é minha... - Ele disse sorrindo e se aproximando de mim. Suas mãos foram para meu rosto e seu polegar começou a fazer carinhos leves em minha bochecha - Eu te amo shawty. Pra sempre. - E juntou nossos lábios.